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ULTIMA 7 – Um jogo à frente do nosso tempo

03/03/2011

Ou, por que um game pouco lembrado de duas décadas atrás ainda é o maior de todos os tempos

preto mesmo


Não importa se LORD BRITISH, após ser atingido por um AEROLITO SIDERAL, passou a desenvolver jogos para mídias sociais, a exemplo do triste e emblemático POKER DO RABO DOCE. Depois de Ultima 7, absolutamente nada que ele fez ou vai fazer pode ameaçar a sua cadeira cativa no PANTEÃO da genialidade gaymística, aquele lugar onde o Peter Molyneux, por exemplo, nunca vai chegar.

Que fique claro. Esse não é daqueles jogos que, cristalizados nos labirintos da memória, parecem muito melhores do que realmente são. Na verdade, ele é muito melhor do que realmente parece. Se lançado numa arena com jogos atuais de ambição comparável (rpg, sandbox, story-driven), o vovô ouviria alguns desaforos em razão do porte gráfico e jogabilidade afiada de seus herdeiros imberbes, criados a leite com pêra, muita técnica e sem PAIXÃO, mas não sem antes lhes aplicar uma boa e elegante surra.

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